Introdução às Descobertas

O mês de julho de 2026 foi marcado por importantes descobertas arqueológicas que relacionam a história bíblica. Neste artigo, exploraremos as três principais descobertas, que incluem evidências de idolatria judaica, restos da destruição babilônica em Jerusalém e a descoberta de três reis assírios desconhecidos.

3. Vigas de Madeira Queimadas da Destruição Babilônica Descobertas em Jerusalém

Os arqueólogos que escavam no estacionamento Givati em Jerusalém descobriram vigas de madeira queimadas da destruição babilônica pela mão de Nabucodonosor em 587/586 a.C. Essas vigas provavelmente faziam parte do teto de um pátio interior que desabou no chão.

Os cientistas esperam que os anéis de crescimento dessas árvores, juntamente com datação por radiocarbono, possam fornecer mais informações sobre a história dessas vigas. Será que as árvores foram cortadas apenas alguns anos antes da destruição babilônica ou décadas antes? Será que as vigas já eram velhas e foram reutilizadas de edifícios mais antigos?

2. Moldura Rara de Figurinha Descoberta em Jerusalém

Os excavadores no Kishle, dentro do complexo do Museu Torre de David, recentemente descobriram uma moldura rara usada na antiguidade para produzir faces de figurinhas femininas. A moldura foi encontrada em material de enchimento datado do período do Primeiro Templo.

Essa é a primeira vez que uma moldura facial para figurinhas judaicas foi descoberta. As figurinhas judaicas geralmente são encontradas em contextos domésticos datados da Idade do Ferro II, e muitos estudiosos acreditam que elas foram usadas em práticas religiosas caseiras. Seu uso generalizado corresponde de perto ao período em que o Antigo Testamento condena repetidamente a idolatria em Judá (ver Jeremias 11:13; Ezequiel 8:10–12).

1. Três Reis Assírios Desconhecidos Identificados

Um novo estudo apresenta evidências de três reis assírios desconhecidos. Uma nova tradução de uma tabela cuneiforme indica que um rei chamado Tiglate-Pileser (não o famoso Tiglate-Pileser III, mas outro príncipe que assumiu esse nome) pode ser responsável por uma rebelião em Assur em 763/762 a.C.

Os autores do estudo também identificaram um novo Salmanaser (ca. 747–745 a.C.) cujo reinado coincidiu com um período de caos na Assíria. O terceiro rei, um novo Assur-ubalite (ca. 913–912 a.C.), é mencionado em um texto que fornece uma lista de reis que dedicaram vasos rituais de prata ao deus Assur. Cada um desses novos reis reinou por menos de dois anos, e os autores do estudo acreditam que esses governantes foram sistematicamente apagados da história, provavelmente por seus sucessores.

Conclusão e Reflexão

Essas descobertas arqueológicas nos permitem vislumbrar mais claramente o passado bíblico. Elas nos levam a refletir sobre a história e a vontade de Deus, sobre como Ele age através dos séculos e como as ações humanas refletem ou se afastam de Seus desígnios. Convidamos você a se aprofundar nessa reflexão, explorando como as descobertas arqueológicas podem nos ajudar a entender melhor os tempos e a vontade de Deus.

Para aprofundar no tema, veja também: Tel ‘Eton: Pedra Oculta e o Segredo de Ezequias

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